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Líder da facção Bonde do Maluco é morto em confronto com a polícia - Canudos Acontece

Polícia

11/08/2017 às 12h14 - Atualizada em 11/08/2017 às 12h14

Líder da facção Bonde do Maluco é morto em confronto com a polícia

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FONTE: Correio24Horas

Um comparsa que estava com ele também morreu. A atuação do BDM é conhecida por ter uma crueldade na execução de rivais ou desafetos.



Considerado o número 1 na organização da facção Bonde do Maluco, Marcelo Batista dos Santos, o Marreno, foi morto na noite de quarta-feira (9) em confronto com a Força-Tarefa da Secretaria da Segurança Pública, com o apoio de unidades do Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar.





Foto: reprodução SSP;BA



Marreno, segundo a SSP,  entrou em confronto, após abordagem na Via Parafuso, Linha Verde. Anselmo Nascimento Sena, comparsa e motorista dele, também atirou contra a polícia. Ambos foram atingidos e socorridos para o Hospital de Simões Filho, mas não resistiram aos ferimentos, segundo a SSP.



Marcelo ocupava um dos lugares principais da lista com aproximadamente 80 alvos principais da SSP. Segundo monitoramento feito pela polícia, ele estava morando em uma cidade do interior de Alagoas e dando as ordens via telefone para os integrantes da facção que têm atuação em bairros de Salvador como Brotas, Cajazeiras e Liberdade. A atuação do BDM é conhecida por ter uma crueldade na execução de rivais ou desafetos.



“Ele estava usando um documento falso de identidade com o nome de Mário Batista dos Santos. Isso nos fez perder um pouco de tempo para localizá-lo, mas no final achamos”, contou o coordenador da Força-Tarefa, major Marcelo Barreto.



As investigações indicam que Marreno fazia contato com presos custodiados no sistema prisional e determinava o assassinato de rivais. O major destacou que ele estava, desde o início da semana, entregando drogas e planejando ações criminosas, na Linha Verde.



“Montamos a campana e seguimos acompanhando o veículo modelo Corolla, cor branca, utilizado por ele e Anselmo. No momento certo, sem colocar em risco inocentes fizemos a abordagem. Sabíamos, que pela periculosidade do criminoso, teria reação”, destacou Barreto. Anselmo, que morreu junto com Marreno, também tinha passagem em unidades policiais por roubos.



O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As armas (pistola ponto 40 e espingarda calibre 12), drogas (dois tabletes de maconha) e munição apreendidas com os criminosos foram encaminhadas para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).


 


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