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‘Conrado’ é condenado a 33 anos e seis meses de reclusão - Canudos Acontece

Polícia

12/10/2017 às 17h52 - Atualizada em 12/10/2017 às 17h52

‘Conrado’ é condenado a 33 anos e seis meses de reclusão

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FONTE: euclidesdacunha

Sessão de julgamento realizada nesta quarta-feira (11), no Salão do Júri do Fórum Des. Aluísio Baptista, em Euclides da Cunha, Ronaldo de Jesus Dias, mais conhecido como "Conrado", morador da localidade de Alecrim, meio rural de Euclides da Cunha, foi condenado a cumprir 33 anos e seis meses de reclusão, pelo bárbaro crime cometido contra o jovem Ezequiel Vieira Alcântara, vulgo "Galego", ambos envolvidos com o tráfico de drogas em Euclides da Cunha.



Este julgamento, que deveria ter ocorrido quarta-feira da semana passada, havia sido suspenso, em razão da impossibilidade do comparecimento da testemunha-chave do crime, um menor que passa por ressocialização em uma Casa de Passagem, fora de Euclides da Cunha.



O crime, cometido com requintes de crueldade e ato de canibalismo, teve grande repercussão na cidade e região, foi cometido no dia 25 de agosto de 2016, - mas somente fora descoberto no dia seguinte,- quando familiares da vítima notaram o seu desaparecimento, após ter recebido uma ligação telefônica, na proximidade do Conjunto São Bartolomeu (Conjunto Habitacional Minha Casa Minha Vida), num matagal junto a um caminho vicinal de acesso à localidade de Jiló.



O trabalho dos agentes do Serviço de Investigação da 25ª Coorpin e 1ª DT foi rápido e eficiente, em menos de 24 horas, a polícia já tinha o nome do autor do crime e os demais envolvidos. 



No julgamento de hoje, não foi possível a presença do Site euclidesdacunha.com, mas o repórter José Dilson Pinheiro apurou junto a uma fonte confiável, que o réu foi condenado a cumprir 33 anos e seis meses de reclusão e deverá ser transferido do xadrez da custódia do Complexo Policial Civil de Euclides da Cunha para o Presídio de Paulo Afonso.



Familiares das duas partes acompanharam o julgamento, inclusive a esposa do condenado, uma jovem que segurava nos braços uma criança de, apenas, 1 ano e seis meses.



A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz Paulo Ramalho de Campos Neto, titular da Vara Criminal da Comarca de Euclides da Cunha. O magistrado, desde que assumiu a titularidade da Vara Criminal, vem promovendo sucessivas sessões de julgamento (Júri Popular) que ultrapassaram à casa de 20.



Atuou na acusação, o Promotor de Justiça Lucas da Silva Santana, na defesa, o advogado Lúcio Pitanga.



Ao término do julgamento, por volta das 15h, depois de cumpridas todas as medidas de praxe, o réu foi colocado em uma viatura da Polícia Militar do 5º BPM, que o reconduziu de volta para o CPC, onde permanecerá, até que seja transferido para o presídio.



 



 



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