
A Bahia elegeu a sua maior bancada feminina desde as eleições gerais de 1986. Em 2023, das 39 vagas destinadas para o estado na Câmara dos Deputados, cinco serão ocupadas por mulheres.
As estreantes Roberta Roma (PL), Rogéria Andrade e Ivoneide Caetano (PT) se juntam as veteranas Alice Portugal (PCdoB) e Lídice da Mata (PSB).
O número representa um aumento de 66% em relação às eleições de 2018,
quando foram eleitas três mulheres.
Alice e Lídice foram reeleitas no pleito deste ano, enquanto Dayane Pimentel (União) não conseguiu se reeleger.
O histórico mostra que o número de mulheres escolhidas para representar o
eleitorado baiano em Brasília tên passado por constantes oscilações.
Em 1986, a Bahia elegeu Abigail Fonseca (PMDB) e Lídice da Mata, na época no PCdoB. Na eleição sequinte, em 1990, nenhuma mulher foi eleita. Já em 1994, apenas Simara Ellery (PMDB) passou no teste das urnas.
Em 1998 houve um retrocesso, quando o resultado foi o mesmo do início da
década, com nenhuma mulher eleita.
Jáo ano de 2002 marcou a primeira
vitória de Alice Portugal nas urnas e junto com ela também se elegeu Zelinda
Novaes (PFL).
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