
Em resposta a essa crise, a prefeitura de Angical mobilizou recursos, incluindo o empréstimo de cerca de sete máquinas fornecidas pelo governo estadual, visando mitigar os impactos do rompimento. Esforços estão sendo feitos para estabelecer uma nova via de acesso que reconecte as comunidades afetadas. No entanto, essa alternativa, segundo relatos dos moradores, adicionaria cerca de 20 quilômetros ao trajeto diário para alcançar outras áreas da zona rural, apresentando um novo desafio logístico.
Este evento não é um caso isolado, mas sim a quinta ocorrência de ruptura da barragem de Ouriçangas, com registros anteriores em 2004, 2005, 2021 e 2022. Apesar das tentativas de reforço da estrutura em 2023, o volume de água acumulado provou ser demasiado para a infraestrutura existente, levando ao seu colapso. A administração local aguarda agora a chegada de uma equipe técnica do governo do estado, que realizará uma inspeção detalhada com o objetivo de encontrar uma solução duradoura para esta recorrente vulnerabilidade.
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