
A pastora Renalida Carvalho está sendo acusada de pedir dinheiro em troca de orações e por cobrar vagas em cultos. A religiosa é da IPTM (Igreja Pentecostal Tempo de Milagre) da Paraíba.
Pelas redes sociais, ela divulgou uma nota rebatendo as acusações afirmando que “jamais se utilizou da fé e da crença religiosa” e que as doações recebidas são para a "obra".
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