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Bahia tem forte queda na taxa de desemprego, mas ainda é a segunda maior do país

15/08/2024 às 11h42
Por: PROVISÓRIO Fonte: Bahianoticias
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Bahia tem forte queda na taxa de desemprego, mas ainda é a segunda maior do país

Em todo o Brasil, a taxa de desocupação caiu um ponto percentual no segundo trimestre de 2024 em relação ao primeiro e chegou a 6,9%, e no estado da Bahia, a queda no desemprego foi ainda maior no mesmo período, de quase três pontos percentuais. Esses são alguns dos resultados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE.

 

De acordo com a pesquisa, houve recuo na taxa de desocupação em 15 das 27 unidades federativas. Com esse recuo, a taxa nacional caiu de 7,9% no primeiro trimestre para 6,9% agora nos meses de abril, maio e junho. Esse patamar de 6,9% é o menor para um segundo trimestre desde 2014.

 

Na Bahia, a taxa de desocupação havia subido no começo do ano em relação a 2023 e chegou a 14% no primeiro trimestre deste ano. Com a queda de 2,9% verificada pelo IBGE nos meses de abril, maio e junho, a taxa caiu para 11,1% na Bahia. A diferença é ainda mais gritante na comparação com o segundo trimestre de 2021, quando o desemprego na Bahia atingiu 20,2%. 

 

A PNAD Contínua do IBGE apurou que as maiores taxas de desocupação foram verificadas em Pernambuco (11,5%), Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%) e as menores, em Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%). Além das 15 unidades da federação com quedas nessa taxa, as outras 12 não mostraram variações estatisticamente significativas no indicador.

 

No segundo trimestre de 2024, segundo o IBGE, a população desocupada recuou acima dos 10% em todas as faixas de tempo de procura por trabalho: o grupo dos que buscavam trabalho por menos de um mês teve redução de 10,2%, o dos que procuravam trabalho de um mês a menos de um ano diminuiu 11,0%, o contingente dos que buscavam trabalho por um ano a menos de dois anos recuou 15,2% e a faixa com maior tempo de procura (dois anos ou mais) teve a maior redução percentual: 17,3%.

 

Além disso, o número de pessoas que buscavam trabalho por dois anos ou mais recuou para 1,7 milhão, o menor valor apurado pelo IBGE para um segundo trimestre desde 2015.

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